Na Índia os mestres dizem: os problemas são despertadores que tentam acordar as pessoas para a vida. Aproveite para acordar logo, antes que o próximo despertador faça mais barulho. (Roberto Shinyashiki)

domingo, 13 de maio de 2012

A não obrigatoriedade do voto

  Foi com a promulgação da Constituição brasileira em 1988, que os analfabetos e os maiores de 16 anos ganharam o poder do voto, as outras pessoas já o possuíam com exceção das crianças.
  Nos EUA, onde o voto não é obrigatório, apenas 40% a 50% da população, participam  como eleitores nas eleições.
  No Brasil, segundo sociólogos, as pessoas a princípio, continuariam a exercer o voto pela força do hábito, mas que o número de eleitores iria decair radicalmente ao decorrer dos anos, caso as eleições passassem a ter o voto como não obrigatório.
  A vantagem do voto não ser obrigatório é que como só os eleitores interessados no futuro do país e preocupados em eleger quem serão seus governantes, iriam participar das eleições, sendo assim, só votariam nos políticos responsáveis.
   A desvantagem do voto opcional, é que um número muito inferior em comparação com a participação dos eleitores brasileiros atualmente, iriam intervir nos resultados das eleições e consequentemente,  no rumo da nação.
   Como a participação política é decisiva e para que os cidadão tem seus interesses acatados, é necessário que todos participem ativamente da política, já que é uma forma de se evitar o analfabetismo político.

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